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Segunda safra, novos desafios, novos olhares
29 Junho 2014

Segunda safra, novos desafios, novos olhares

Nos últimos dias estivemos muito ocupados coletando e compilando os dados da estação cultivar 2014. Em poucas semanas teremos uma enxurrada de respostas dos testes que fizemos e compartilharemos todos com vocês por aqui. Mas hoje viemos escrever sem a pretensão de dar respostas. Queremos dividir com todos o novo cenário que temos em nosso polo e que nos desafiará de hoje para diante, as lavouras de segunda safra (safrinha). O ambiente atual é muito diferente daquele que estamos acostumados. a sucessão de culturas, a escassez de chuvas, a mudança de manejo e tecnologia trazem consigo impressionantes e instigantes alterações em como olharmos a lavoura em si. Em uma só incursão técnica a lavoura para observar danos em espigas de milho ainda no inicio do enchimento de grãos saímos com poucas certezas e uma dezena de dúvidas. A certeza é a de que a indústria que trabalhamos e realmente imprevisível! Quem diria que o fornecedor de água ia entregar o insumo tão regularmente nesta época do ano! E mais, como planejar os nossos próximos passos (2a safra 2015)? Pensando que a entrega vai ser tão regular quanto a deste ano ou imaginando um cenário de escassez?

Ei, até ontem nós nos preparávamos para fechar a safra nestes dias, contabilizando lucros ou prejuízos e decidindo o que fazer em dezembro próximo. Agora estamos indo ao campo olhar danos de pragas em milho verde!!! Fechar safra... como fazer agora se temos ainda 15% da receita de nossas propriedades sendo produzidas em nossa indústria a céu aberto?

Falei de danos em espigas e até agora nada de técnico né! Então vai lá, mas primeiro quero chamar atenção para este simpático bichinho aí que eu nunca havia visto em nossas lavouras.

Bixo Lixeiro

Esse é o bicho lixeiro, um inseto considerado inimigo natural de pragas agrícolas como pulgões, cochonilhas e outros. Faz par nesta visita com a joaninha, vista abaixo em pela refeição em uma colônia de pulgões. Vale lembrar que talvez só seja possível vê-los em tanta abundância porque estamos falando de uma lavoura de milho bt. O milho que plantamos contem a atualmente mais robusta tecnologia para controle de lagartas que existe no Brasil e, portanto, não foi necessário a aplicação de inseticidas o que permite a sobrevivência destes insetos.

Joaninha

Mas vamos ao inseto, capa deste post. Trata-se da Mosca-da-espiga - Euxesta spp. Um inseto que nunca havíamos notado em nossas lavouras mas que tem se tornado importante em outras regiões e já nos traz alguma preocupação para esta safra. Ele se alimenta dos grãos de milho em estágio leitoso e parecem poder trazer prejuízos em produtividade e em qualidade dos grãos. Controle, nível de dano, manejo? Então... este post não tinha a pretensão de trazer respostas, lembram?

Mosca da Espiga

  Mosca das Espigas

Verdade é que nos últimos dias fica mais claro que trabalhar para as lavouras é estar sempre em atenção aos detalhes. A presença constante junto as nossas operárias de campo, as plantas, será sempre primordial para o sucesso do sistema de produção que costumamos sempre esquecer que tem como componente principal nós mesmos.

E nem falei da ferrugem asiática, já presente no final do ciclo das lavouras de verão em Dom Eliseu e em menor intensidade em Paragoninas, e agora presente nas incursões de segunda safra e em soja guacha por todo o polo. Outra hora falaremos disso. Vejam essas e outras fotos em maior tamanho em nossa galeria de imagens e não esqueçam de comentar nossos posts!

Galeria de Imagens:

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